Portal Conexão Magé
O Portal Conexão Magé é um jornal comunitário independente que nasce do compromisso de informar, conectar e fortalecer os territórios populares do município de Magé. Nosso objetivo é dar voz às comunidades, visibilizar demandas sociais, promover cidadania e contribuir para a construção de políticas públicas a partir das realidades locais.
Reunimos jovens comunicadores, lideranças comunitárias e pesquisadores comprometidos em transformar informação em ferramenta de mudança. Acreditamos que a comunicação é um direito e que, por meio dela, é possível construir um Magé mais justo, participativo e inclusivo.
Sobre o Presidente
Daniel Wicke é advogado, especialista em Gestão Pública, agente territorial e pesquisador social. Morador de Magé, dedica sua trajetória à defesa de direitos, ao fortalecimento comunitário e à criação de oportunidades para juventudes em territórios populares.
Iniciou sua atuação no sistema de justiça como estagiário na Vara de Execução de Medidas Socioeducativas e, posteriormente, na ONG Redes da Maré, onde trabalhou diretamente com grupos vulneráveis — mulheres, população negra, povos indígenas, população em situação de rua, crianças e adolescentes.
Com forte atuação na área da juventude, idealizou e coordenou projetos voltados à inserção de jovens do ensino médio no mercado de trabalho, com ciclos formativos em empregabilidade, empreendedorismo social e territorial. Também desenvolve iniciativas na área ambiental e cultural, unindo preservação do território à participação ativa da comunidade.
Atualmente, é fundador do Portal Conexão Magé, iniciativa que reúne jovens comprometidos em trazer melhorias e políticas públicas através da informação para o município. Além disso, contribui com debates e pesquisas sobre segurança pública e política de drogas, incluindo participação em ações do Ministério da Justiça e Segurança Pública por meio do PRONASCI.
Seu trabalho é movido pela convicção de que a juventude periférica é protagonista de mudanças sociais e de que a construção de políticas públicas deve partir do diálogo direto com os territórios.
